sábado, 19 de fevereiro de 2011

Danificando o mental infantil.
Não fomos nós que criamos nossa limitação, nossa tendência para o fracasso.
Pelo sentimento de fracasso, buscamos a fuga nos vícios dos exageros sexuais, comer em demasia, fumar, beber e usar drogas.
Também procuramos a fuga nos vícios da alma, como na maledicência, inveja, ódio.
Uma coisa puxa a outra, assim vamos nos afundando cada vez mais até chegarmos à ilusória ideia de buscar o suicídio, como se pudéssemos acabar com a vida eterna.
Não fomos nós, e sim o meio em que fomos criados, porque ao nascermos para a vida física, nós éramos computadores sem programação, uma folha em branco.
O ambiente e as pessoas que acompanharam os nossos primeiros dias, meses e anos de nossa vida, formaram o conjunto de fatores predeterminantes para nossa vida quando adultos.
Ninguém pode dar aquilo que não tem, que não se é.
Podemos ser e expressar na vida de adulto, somente o que foi formatado em nosso jovem cérebro-computador.
Assim vem de gerações em gerações, de pais tímidos e medrosos, sem fé nas coisas boas da vida.
E, se não possuíam a fé (otimismo) para as coisas boas, fica notório que não haveria como saber educar os seus filhos nas coisas edificantes.
Se realmente confiassem na providência divina, que tudo zela, suas atitudes com os pequeninos seriam diferentes.
As crianças recebem em seus cérebros-computadores todo tipo de limitação, que irá torná-los fracassados quando adultos.
Estes pequeninos recebem maus tratos físicos, verbais e emocionais sem a mínima chance de defesa.
São como cães que recebem os maus tratos dos donos, mas continuam sempre fiéis.
Seres humanos são diferentes de cães, por isso é comum ver jovens expressando revolta.
Sendo superiores aos cães, as memórias dos maus tratos, proibições e imposições começam a ser acessadas.
Esses jovens correm o risco de passar a negatividade recebida dos pais para a próxima geração.
Alguns tiveram seu emocional tão danificado, a ponto de ser uma carga tão pesada, que eles não conseguem contornar a situação.
Desse modo eles podem perder o controle, tornarem-se alienados e até morar num hospício.
Até a idade dos vinte e poucos anos ainda vivemos como se estivéssemos no “piloto automático”.
Mas a partir daí começamos a questionar os porquês de muitas coisas, e é aí que o bicho pega.
Aquele que ama, que possui alguns traços do primeiro atributo divino não castiga, não bate e não danifica o emocional das crianças, mas orienta e corrige com sabedoria.
Tratam os pequeninos como gostariam de ser tratados.
É muito simples entender a lei divina.
Aquele que dá bondade, recebe bondade.
Aquele que dá maldade, recebe maldade.
Veja o livro:  O HOMEM DE DEUS